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CONARH 2018: Hightlights para Talent Acquisition

* Texto escrito por Felipe Oliveira, nosso Head de Vendas

Ontem terminou a última edição do CONARH, a 44ªm, então dá pra dizer que essa é a maior Festa do RH (pelo menos no Brasil!).  Durante esses 3 dias, milhares de profissionais de Recursos Humanos participaram de apresentações, feitas por formadores de opinião de um universo que vai de psicólogos e CEOs até ex-atletas e cantoras internacionais (sim, tivemos Gustavo Borges e Anitta entre os palestrantes!).

Esse ano o CONARH trabalhou o conceito de “Protagonista da Transformação”. Um conceito que podia ser levado em várias direções – RH 4.0, Sucessão e formação de novas lideranças, novos modelos da gestão de benefícios – mas neste texto, como você já percebeu pelo título, vamos falar de Talent Acquisition.

 

Em um momento onde discute-se muito o RH 4.0 – e sobre as redefinições de conceitos de trabalho e carreira – era esperado que o assunto sobre atratividade ganhasse destaque nas discussões. Um dos pontos em comum de todas as discussões que pude participar é que o RH DEVE SER PROTAGONISTA da transformação digital! É super importante que que o RH seja intraempreendedor e dê o 1º grande passo em direção à digitalização. Mas como, se isso está muito mais relacionado aos processos de TI ou mesmo de MKT? Simples: Mostrando aos candidatos e aos próprios colaboradores que as competências tão desejadas nos processos seletivos, como CRIATIVIDADE e EMPREENDEDORISMO, são realmente aplicáveis no dia a dia de Recursos Humanos!

Uma empresa inovadora precisa demonstrar isso desde o início do seu relacionamento com seus stakeholders (lembrem-se, o relacionamento com os candidatos começa ANTES dele efetivamente ser um candidato! Para entender melhor o conceito de  Recruitment Marketing, clique aqui).

Quando falamos em Recrutamento e Seleção, vemos que esta é uma responsabilidade que acompanha o RH desde o “RH 1.0”.. Atualmente, em plena era do RH 4.0, a área de Talent Acquisition tornou-se um impulsionador da transformação e inovação, tão determinantes para o sucesso de qualquer empresa!

E a transformação não passa apenas por automatizar processos, metrificar resultados por meio da tecnologia ou conectar pessoas via plataformas virtuais. Transformação, dentro deste contexto, consiste em TRANSFORMAR O MODELO de relacionamento construído entre empresas e candidatos. Afinal, nós não consumimos serviços de hospedagem, alimentação, transportes, bancos, seguros, etc, como fazíamos há 10 anos atrás. Por que a dualidade empresa/candidato deve manter-se a mesma e não acompanhar estas mudanças também?

As discussões do CONARH mostraram que devemos nos conectar com os talentos indo além dos pré-requisitos e benefícios. Salário, benefícios, estrutura física, tudo isso é extremamente importante no ato de uma contratação. Mas as empresas precisam olhar com mais atenção para os aspectos EMOCIONAIS no processo de escolha dos candidatos. Afinal, assim como aconteceu em Marketing e Vendas, o poder da decisão hoje reside na mão dos consumidores (candidatos, na realidade do RH), e não nas mãos das empresas. E quando pensamos no lado emocional, embarcamos em uma viagem mais profunda ao funcionamento cerebral (que tal ler sobre a Teoria do Cérebro Trino aqui?), um ponto importante que muitas vezes desconsideramos no processo de decisão dos candidatos sobre aceitar ou não a vaga proposta!

Enfim, muitas coisas surgiram desta aventura de 3 dias que foi o CONARH, mas aqui quis focar na visão de TA. E para quem esteve presente ao São Paulo Expo nos últimos dias, o que colheram de informações e aprendizado? Querem falar a respeito?

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