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As 3 maiores dores do RH quando o assunto é o Jovem Talento

A área de Recursos Humanos enfrenta diferentes problemas, mas nada supera a dificuldade em se comunicar e criar conexão com o jovem talento que está entrando no mercado de trabalho.

As Gerações Y e Z querem empresas com propostas de valor claras, qualidade de vida e prometem dar o sangue em troca de tudo isso. Mas lembre-se: é tanto conteúdo, tanta informação, que conquistar a atenção deste jovem talento e criar um relacionamento de valor não é uma tarefa fácil!

A Matchbox possui áreas focadas na comunicação e relacionamento com este público e já tem know-how para começar esse trabalho. Mas primeiro, nosso foco foi descobrir quais exatamente eram as maiores dores do RH. Para isso, fizemos uma pesquisa com mais de 30 profissionais de RH, das mais diversas empresas, onde conseguimos entender quais os pontos fortes e pontos a melhorar do trabalho desenvolvido pela área Talent Acquisition.

Veja o resultado:

Legenda: veja a zona a serem trabalhadas pelos RHs

Selecionamos os três pontos que mais causam dor de cabeça e agora é hora de ajudar você a investigar e resolver cada uma destas dores.

1. Ainda não nos relacionamos com eles nas redes sociais

Falar a língua do jovem talento é imprescindível para iniciar um relacionamento com ele. E por isso tornou-se também obrigação abrir esse canal de comunicação aonde os jovens estão, ou seja, nas redes sociais.

Comece com pequenos passos, defina seu público alvo e escolha a rede social mais adequada: Facebook, Youtube ou blogs, há uma infinidade de sites. Se você não tem certeza, uma breve pesquisa com seus candidatos poderá te ajudar a tomar esta decisão.

Pronto! Você tomou sua decisão e acertou em cheio, resolveu criar uma conta no Instagram. E agora vem a parte divertida! Mostrar as histórias, benefícios e experiências que existem dentro da sua empresa que a tornam única.

 

2. Dificuldade em entrar nas universidades

Conseguir os contatos certos dentro das universidades demanda tempo e expertise!

Apesar dos jovens estarem ansiosos por conteúdo e cases reais de negócios, muitas universidades burocratizam demais esse processo e os profissionais de RH não possuem o tempo hábil para trabalhar em cima disso.

O relacionamento com universidades é um trabalho que é construído a longo prazo. Aproximar-se de entidades estudantis, professores e coordenadores nas universidades target é o melhor caminho para conseguir acesso aos seus alunos.

 

3. Não conseguimos atrair os talentos certos para nossas vagas

Se a sua empresa não tem o mesmo reconhecimento de marca que outras empresas do mercado, não se preocupe, é possível mudar a percepção dos jovens talentos!

Uma marca empregadora é um processo de construção continuo, não acontece do dia para a noite. As duas primeiras dores citadas neste artigo são passos importantes para começar a construção da sua Employer Brand, mas existem muitos outros pontos importantes para que sua marca comece a atrair os talentos corretos.

Relembrando aquele velho ditado: qualidade é melhor que quantidade. No mercado de talent acquisition isso é lei!

Relacione-se com os talentos que você deseja atrair, seja transparente, mostre os diferenciais da sua empresa, traga conteúdo de qualidade sobre sua marca empregadora e faça isso de forma consistente!

 

Temos certeza que você começará a ver resultados se aplicar estas dicas à sua rotina.

E se você precisar de uma mãozinha, pode deixar que a gente te ajuda! 😉

 

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